O filme "O Menino do Pijama Listrado" é baseado no livro desse mesmo nome do autor John Boyne e relata a história de Bruno - um garotinho de nove anos - que vive na Alemanha no período do Holocausto. Bruno não compreendia a situação da Alemanha e muito menos que sua família estava envolvida no conflito. O garoto teve que mudar de residência, de Berlim - onde tinha vários amigos pra brincar - para uma outra região distante, sem nenhum amigo para entretê-lo. Bruno percebeu que da janela do seu quarto ele conseguia ver uma cerca e atrás dela várias pessoas vestidas com ''pijamas''.
Em um certo dia, o garoto conheceu Samuel - um garotinho também de nove anos que fazia aniversário no mesmo dia que ele, do outro lado da cerca - e os dois acabaram se tornando amigos. Com o passar do tempo, Bruno começa a indargar-se sobre a função do seu pai no meio de todo aquele caos.
O interessante do filme é o olhar ingênuo das duas crianças tentando compreender o motivo de toda aquela guerra. No final do filme, Bruno decide passar para o outro lado da cerca, vestindo pijamas também, só que quando os seus pais dão conta da ausência de seu filho já era tarde de mais, visto que ele acabou sendo levado para uma câmara de gás com os outros judeus.
Uma curisiodade sobre o fime é que mesmo o campo de concetração mostrado não ter sido nomeado, percebe-se que é o de Auschwitz visto que é o único campo que conta com quatro crematórios.
Segue um vídeo do filme:
É evidente a relação da política nisso. Pelo poder, por uma ideologia, milhões de pessoas foram mortas. Com base nisso, será relatado alguns pressupostos de Nicolau Maquiavel.
De acordo uma reportagem da Revista Veja: Maquiavel foi um fenomenal pensador dos problemas de Estado. Alguns analistas detectam nas idéias do florentino o embrião de uma nova ciência, na qual a teoria política, baseada na realidade dos fatos, existiria como disciplina autônoma, separada da moral e da religião. Outros vêem nesse praticante polemista sem meias palavras não mais que um oportunista, cujo talento serve para fornecer aos governantes ferramentas que garantam sua manutenção no poder.
Em breves palavras, a política para Maquiavel:
Maquiavel afirmava que uma política neutra não teria como dar certo, tais políticas sempre seriam desastrosas e levariam à ruína. Ademais, não compreendia até que ponto uma certa política poderia ajudar ou prejudicar "O paladar é ofendido pelas coisas amargas, mas tampouco lhe agradam as doces demais. De modo que os homens se cansam do bem, do mesmo modo que se irritam com o mal."
Para Maquiavel é fundamental que o governante faça todo o mal apenas uma única vez e o bem, ao contrário, tem que ser feito aos poucos. Outrossim, Maquiavel relatou que como é praticamente impossível um governante ser amado e temido, é preferível ser temido. Isso ocorre devido ao fato de que não se controla o amor e ser temido é possível controlar - o amor depende dos outros e o temor do comportamento do príncipe. Todavia, o governante não deve ser temido e nunca se deve matar sem justificativa.




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